Denuncia

Olá!
Sou professora da Escola Adelaide Sá Britto, atuo com o currículo a mais 23 anos, de educandário, contabiliza-se 18 anos.
Bom, uma vez apresentada e dada as devidas credibilidades, nós do grupo docente estamos um tanto quanto preocupados com a irresponsabilidade da atual gestão, em especial a Diretora.
Algumas semanas atrás tivemos uma briga na escola, envolvendo o nono ano, o confronto extremamente violento, tendo uma professora com mais de 20 anos de atuação sendo agredida por uma aluna e outros alunos em conflito em sala.
Gostaria de relatar a causa do problema e o descaso dos setores responsáveis.
A aluna, venezuelana que estudou inclusive em sua trajetória no Brasil, na escola militar, dedicada, responsável e com ótimas notas, sofria constantemente de bullying em sala por alguns alunos protegidos pela equipe diretiva.
No factual dia, um grupo de alunos, realizando a prática do bullying, iniciaram uma chuva de bolinhas de papel na tal aluna, a mesma comunica a professora, que orienta a menina a procurar alguém responsável na direção, a aluna se retira da sala e dirigi-se a secretaria da escola onde, não há ninguém responsável pela equipe diretiva, não estava presentes, nem diretora e nem vice-diretora, somente a secretária e a orientador.
Ao relatar o ocorrido para secretária, a mesma passa a menina para conversar com a orientadora; como a orientadora faz parte dos que apoiam e protegem o grupo que pratica o bullying, inclusive deixando livre acessos as dependências administrativas para esses alunos, entre outras regalias, como utilizar os banheiros dos professores, que para outros alunos são apresentados como exclusivos para os professores para esse grupo não se aplica. A orientadora Vanessa, com pouco tato e zero afetividade não dá ouvidos para menina, que se sente injustiçada, tendo em vista que o grupo já estava praticando bullying com ela e com mais dois outros alunos venezuelanos, praticando crime de xenofobia e bullying. Pois bem, sem amparo e sem justiça, a menina retornou para sala, e logo ao retornar recebe uma bolada de papel no rosto. Foi o estopim para o início do conflito.
Como os demais alunos da escola, sabem que a orientadora não sai de sua sala para resolver conflitos ou problemas, logo o caos estava instaurado em toda a escola. 
Uma vez que alunos foram agredidos, ao ponto de sagrarem e professores serem jogados ao chão, a direção nada sabia por sua ausência injustificável.
Após o término e resolução do conflito, covardemente, em um ato de assédio moral, a diretora em um grupo de whatsapp tenta moralizar e amenizar sua falha e negligência com o educandário, um ato covarde uma vez que somente os administradores do grupo podem postar e para não bastar, durante a semana seguinte a imoralidade nos xingamentos se estendeu, com ameaças de responsabilizar professores que não possuem tamanha autoridade quando a ausente diretora. Para contendo e tentar justificar o injustificável, a orientadora e um sinal de desespero por saber que o maior erro inicio com sua falta de acolhimento e atenção aos casos relatados inclusive meses antes do ocorrido, e o que mais intriga, que meses atrás houve uma palestra sobre bullying e suas consequências legais, mas como a orientadora não realiza por completo seu escopo, por não sair de sua sala, acabou não acompanhando o conteúdo da palestra.
Sem causar menos problemas, a diretora, sem amparo legal nenhum, mas sim, por um ato afirmativo de xenofobia e exclusão, privou a aluna de frequentar os restantes das aulas, basicamente quase 1 mês antes do término, exigindo e cobrando atividades dos professores, que em função de não haver amparo legal, não está em seus escopos, e levado em conta a cumplicidade no ato ilegal da gestão, a grande maioria, simplesmente, ignoraram as constantes cobranças e ameaças.
Ano passado, havia uma professora Fabiana, que atuava como vice diretora, foi afastada da escola por ser considerada sem trato social, insultando professores e alunos, no entanto, todo o grupo docente da escola ficou sem entender, uma vez que quem realmente apresenta essa atitude é a própria diretora com suas mensagens no whatsapp, aplicativo que não está em nossa rede corporativa do estado, inclusive ferindo LGPD ao divulgar nossos números pessoais em grupos de alunos.
Segue alguns arquivos para comprovação.
Não quero me identificar por questões de represália e ou perseguição, mas algum ação deve ser feita, pois o grupo está pensando em enviar a mesma denúncia para o MP e cobrar indenização por assédio moral do Estado e da Gestão, bem como o descumprimento do LGPD.
Falando em LGPD, é importante destacar que todas as Escolas Estaduais possuem acesso a internet, somente nossa escola, nunca, mais nunca está funcionando, o que a diretora utiliza como subterfúgio para realizar trabalho remoto de sua casa, alegando que se não há internet ela não pode trabalhar, enquanto, todos os professores, ficam sem acesso, limitando-se a uma aula simples e pouco criativa uma vez que fica limitado somente a quadro e giz, por que é conveniente para diretora ficar em casa em trabalho remoto, home office enquanto professores, necessitam utilizar seus celulares para aportar o chromebook e assim utilizar internet e os recursos digitais, verdadeira vergonha.
